Ano 16

Mostra Tiradentes/SP

Dácia Ibiapina - Credito: Universo Produção
A Mostra de Cinema de Tiradentes, que chegou à 18ª edição neste ano, é um encontro indesviável do calendário do cinema brasileiro.

Voltada ao cinema contemporâneo e com espaço generoso para o cinema independente, a Mostra é uma vitrine para conhecermos novo nomes e nomes que estão se firmando, estéticas e linguagens de risco, e um recorte que se espraia entre curtas e longas.

Como complemento, há os debates e seminários que colocam autores e público frente a frente para falarem do que foi recentemente visto.

E há ainda as homenagens: que outro festival homenageia jovens artistas como Rosanne Mulholland e Irandhir Santos, só para ficarmos em dois exemplos?

E é um recorte dessa Mostra que os paulistas conferem a partir de hoje até o dia 22 de março, no Sesc Consolação, com a exibição de 12 longas e 17 curtas, além de três debates e duas oficinas.

Entre os longas exibidos está a seleção da Mostra Aurora, que apresenta filmes de diretores com até três filmes no currículo.

Com isso, o público paulista poder ver filmes como o premiado da Aurora Mais do que eu possa me reconhecer (RJ), vigoroso filme de Allan Ribeiro, e o belo Teobaldo morto, Romeu exilado (ES), de Rodrigo de Oliveira.

As mulheres, claro, estão presentes não só a frente mas também por trás das câmeras, como o político Ressurgentes: um filme de ação direta (DF), de Dácia Ibiapina (Foto - crédito Universo Produção), A casa de Alice (RJ), longa de estreia de Clarissa Appelt, e Retratos de identificação (RJ), de Anita Leandro.


Realizado pela Universo Produção, você confere a programação da Mostra Tiradentes/SP no site wwwmostratiradentes.com.br

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Sala 
 Betty Faria
Com amor profundo pelo cinema, premiada em vários festivais no Brasil e no exterior