Ano 16

Marido de mulher boa, 1960, J.B. Tanko

O brilhantismo de Zé Trindade

Marido de mulher boa não é das melhores chanchadas do mestre Tanko, mais ainda assim é diversão garantida. Zé Trindade vive mais um mulherengo, dessa vez passando aperto com bilhetes de loteria que a mulher quer ver, mas que ele distribuiu entre as amantes. 

O elenco é bom, pois tem também Otelo Zeloni e Renata Fronzi. Mas é Trindade que rouba a cena, sobretudo com as suas indispensáveis tiradas "eu sou como rio amazonas, impetuoso e selvagem", "eu não sou chiclete, mas as mulheres adoram fazer bolinha comigo". Tem também rara participação da musa da canção Silvinha Telles.

quarta-feira, 13 de janeiro de 2010
longas brasileiros em 2010 (8)


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Sala 
 Léa Garcia
Dona de um talento ímpar e altivo, Léa Garcia brilha no teatro, na TV e no cinema.