Ano 15

Esther Góes

*04 de fevereiro de 1946 - São Paulo

Cena de Stelinha, 1990, Miguel Faria Jr.
Cena de Stelinha, 1990, Miguel Faria Jr.
Esther Góes foi premiada no Festival de Gramado por Stelinha.

Esther Góes iniciou sua carreira no teatro, estreando em grande estilo no marco dos anos 70, Hair, montagem de Adhemar Guerra. Depois, integra-se ao Teatro Oficina, no qual atua em outro marco: O rei da vela, uma das mais importantes montagens brasileiras – na época casa-se com Renato Borghi, colega do Oficina, com quem tem o filho e ator Ariel Borghi. Nesses mesmos anos 70, estreia na televisão e no cinema – na primeira em A volta de Beto Rockfeller (1973), e no segundo em Uma mulher para sábado (1970), de Maurício Rittner. Na telinha, atua em mais de 20 produções, com momentos importantes em novelas como O espantalho (1977) e Elas por elas (1982), e na minissérie Meu destino é pecar (1984) – chegou a apresentar também o programa TV Mulher, da Globo. Depois de atuar no comentado A próxima vítima (1983), de João Batista de Andrade, Esther Góes tem bela interpretação da modernista Tarsila do Amaral em Eternamente Pagu (1988), de Norma Bengell.

Esther Góes entra nos anos 90 em grande atuação, como protagonista do belo, pouco visto, na época, e premiadíssimo Stelinha (1990), de Miguel Faria Jr. - que lhe dá o Kikito de Melhor Atriz no Festival de Gramado. Nessa década, atua em mais quatro filmes, entre eles, outro clássico: A causa secreta (1994), do polêmico Sérgio Bianchi. Foi dirigida por Marcelo Taranto em duas produções, o longa A hora marcada (2000), e o curta Ressurreição (1994).


Filmografia

Uma mulher para sábado, 1970, Maurício Rittner
A próxima vítima, 1983, João Batista de Andrade
O rei da vela, 1983, José Celso Martinez Corrêa e Noílton Nunes
O evangelho segundo Teotônio, 1984, Vladimir Carvalho
Eternamente Pagu, 1988, Norma Bengell
Stelinha, 1990, Miguel Faria Jr.
O calor da pele, 1994, Pedro Jorge Castro
A causa secreta, 1994, Sérgio Bianchi
Ressurreição, 1994, curta, Marcelo Taranto
As meninas, 1995, Emiliano Ribeiro
A grande noitada, 1997, Denoy de Oliveira
Por trás do pano, 1999, Luiz Villaça
A hora marcada, 2000, Marcelo Taranto   

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Sala 
 Isabel Ribeiro
Presença luminosa nas telas, brilhou no cinema, teatro e televisão.