Ano 15

Geórgia Gomide

*17 de agosto de 1937, +29 de janeiro de 2011 - *São Paulo - SP

Cena de Corisco, o diabo loiro, 1969, Carlos Coimbra
Cena de Corisco, o diabo loiro, 1969, Carlos Coimbra
Uma das veteranas da televisão brasileira, a bela e talentosa Geórgia Gomide foi estrela e também vilã inesquecível em algumas novelas da Tupi. Desde a década de 1960 atua em novelas, década em que também estreia no cinema nacional..  

Durante as décadas de 50 a 70, a TV Tupi foi uma poderosa rede de televisão, com novelas de sucesso e com um elenco estelar. Entre tantas atrizes que brilharam nos folhetins da emissora está o nome de Geórgia Gomide. Dona de forte carga dramática, a atriz passou também por outras emissoras, como Globo e SBT, sempre com atuações expressivas. Com carreira também no teatro, Geórgia Gomide estreou em novelas em 1963, em Moulin rouge, a vida de tolouse lautrec, de Geraldo Vietri. De lá para cá, atuou em cerca de 40 produções, sendo alguns pontos altos de sua carrera na telinha as novelas A fábrica (1961), Éramos seis (1977), Aritana (1978), Gaivotas (1979) e Vereda tropical (1984).  A atriz chega ao cinema também em 63 na co-produção Alemanha/Brasil, Mord in rio (Noites quentes de copacabana), com direção de Horst Hãchler. Depois de atuar em Quatro brasileiros em paris , de Geraldo Vietri, em 1965, tem papel de destaque em Corisco, o diabo loiro, de Carlos Coimbra, em 1969.  

Na década de 70, Geórgia Gomide marca presença nas pornochanchadas, as comédias e dramas eróticos de sucesso, atuando no clássico A super fêmea, de Aníbal Massaini Neto, em 1973, protagonizado por Vera Fischer, e em O sexo mora ao lado, de Ody Fraga. A atriz atua também em filme do mestre José Mojica Marins, o Zé do Caixão, em Exorcismo negro, em 1975. Os também atores Dionísio Azevedo, Paulo Figueiredo e Flávio Migliaccio foram os outros diretores com quem trabalhou.  


Filmografia

Mord in rio (Noites quentes de copacabana), 1963, Horst Hãchler
Quatro brasileiros em paris, 1965), Geraldo Vietri
Corisco, o diabo loiro, 1969, Carlos Coimbra
A super fêmea, 1973, Aníbal Massaini Neto
O exorcismo negro, 1974, José Mojica Marins
O sexo mora ao lado, 1975, Ody Fraga
Chão bruto, 1976, Dionísio Azevedo
Sexo, sua única arma, 1981, Geraldo Vietri
O médium, 1983, Paulo Figueiredo
Os trapalhões na terra dos monstros, 1989

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Sala 
 Isabel Ribeiro
Presença luminosa nas telas, brilhou no cinema, teatro e televisão.